Esta é uma das perguntas mais comuns que recebo, e é muito importante que a esclareças. Embora a experiência do my em psicologia clínica e arte-terapia influencie profundamente a forma como ocupo o espaço, os nossos workshops NÃO são sessões clínicas. São intencionalmente concebidas como espaços suaves e criativos onde as pessoas podem explorar, refletir e exprimir-se sem a pressão de "corrigir" ou ser analisadas. Trata-se de presença, não de prescrições. Trata-se de auto-conexão, não de diagnóstico. Trata-se de liberdade criativa, não de "consertar". Tu não estás partido!
Este é um dos maiores myths com que me deparo. As pessoas receiam que a arte signifique exposição, que lhes seja pedido que expliquem ou revelem coisas que não estão preparadas para partilhar. Aqui está a verdade: ✨ És sempre convidado a refletir, mas nunca és obrigado a explicar. O que fazes é teu. Não deves significado a ninguém. O processo é o objetivo, não o desempenho. A arte consciente tem a ver com exploração interior, não com validação externa. Trata-se de criar higiene emocional através da presença, não da pressão. És bem-vindo a falar. Ou não. De qualquer forma, a tua experiência é válida.
"Deixo de lado o que é bom. Crio para sentir, não para impressionar, e isso é mais do que suficiente." Não precisas de ser um artista para expressar a tua verdade. Só precisas de um momento e de algo para a guardar. Vem como és. A página vai encontrar-te lá.